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A justiça indeferiu o pedido de revogação da prisão preventiva feito pela defesa de Luana Alves da Silva, presa na semana passada com oito armas de fogo. Ela foi detida, inicialmente por policiais militares, e liberada no dia seguinte na audiência de custódia. Ontem (20), a Polícia Civil prendeu a suspeita novamente por força de mandato de prisão, conforme explicou o delegado Wagner Dorta.
Ela está sendo investigada pela suposta prática dos delitos do artigo 12 e 16 da Lei 10.826/2003, respectivamente, ‘posse irregular de arma de fogo de uso permitido’ e ‘posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito’.
Conforme informações da justiça, Luana, supostamente, faria parte de uma organização criminosa denominada “Okaida” e que as armas seriam distribuídas em diversos bairros da Capital para serem usadas em ações delituosas.
No termo de audiência, o juiz declarou que os fatos novos levaram o Juízo a colaborar com as investigações policiais, visando uma melhor colheita das provas. “O pedido de liberdade firmado nesta audiência pelo advogado, por enquanto, não tem como prosperar, nada impedindo que, em breve espaço de tempo das investigações, especialmente com a chegada do inquérito, possa se ter melhor esclarecimento”, afirmou o juiz Tércio Chaves de Moura.
A suspeita foi levada para o Presídio Júlia Maranhão.
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