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O secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, apontado como um dos principais articuladores políticos de Luciano Cartaxo (PSD), comentou sobre a desistência do prefeito em não mais disputar o mandato de governador da Paraíba. Para Adalberto, a decisão foi acertada e o auxiliar culpou Maranhão e Cássio pela desistência de Cartaxo.
“O MDB lança um candidato. Uma candidatura de uma vontade própria de um determinado sujeito político. O PSDB, que é uma força muito significativa, também abandona o prefeito, lança uma candidatura e não há um diálogo em tempo hábil para que você possa discutir como fica a prefeitura, como ficam os compromissos, como ficam as questões relacionadas a programa de governo, as estratégias de campanha. Portanto, duas forças importantíssimas que inclusive ajudaram a reelegê-lo, não tiveram a capacidade de dizer este é o nosso candidato para enfrentar a sucessão ao governador Ricardo Coutinho”, avaliou o secretário.
Fulgêncio ainda criticou a tese do senador Cássio em defender mais de uma candidatura no campo da oposição. “Inclusive, a tese do ex-governador Cássio Cunha Lima era de que as oposições poderiam ter duas ou três candidaturas; isso é um absurdo; isso é a negação de uma política numa tradição de um Estado que sempre foi polarizado”, observou.
Adalberto recorreu às eleições de 2000 em Campina Grande para reforçar seus argumentos. “O governador Cássio, quando percebeu que não ganhava as eleições em Campina Grande, fez aliança com Cozete. Ora, porque Campina Grande não tinha 2º turno até o ano 2000. Então, até enquanto não tinha 2º turno em Campina, o governador Cássio sempre disputou sozinho; quando ele percebeu que iria ter o 2º turno, ele procurou somar uma adversária que foi Cozete para evitar o 2º turno e foi eleito, porque eu participei desse processo”.
Para o secretário, os líderes do PSDB e do MDB ignoraram o potencial do prefeito da Capital. “O ex-governador Cássio Cunha Lima e o ex-governador Maranhão não aceitam o prefeito Luciano Cartaxo como uma força política e representativa que dirige a maior cidade do Estado, que é bem avaliado, que é visto como uma das maiores gestões que a cidade já teve. Então, essa desconsideração de uma liderança que está se consolidando foi um motivo claro e o prefeito tomou uma decisão em tomar conta da cidade”, concluiu Adalberto Fulgêncio.
A entrevista do secretário foi concedida na tarde desta terça-feira (6) ao jornalista Adelton Alves, no programa Rede Verdade, da TV Arapuan.
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