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Não há dúvidas de que Rodolpho Gonçalves Carlos da Silva dirigia o Porsche que matou o agente da Lei Seca Diogo Nascimento, de 34 anos, no sábado (21), em João Pessoa. A declaração é do delegado Marcos Paulo Vilela nesta terça-feira (24), dia em que o suspeito compareceu à Central de Polícia para prestar depoimento, mas se manteve em silêncio.
 
O trabalho de investigação está sendo conduzido pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital, que nos próximos dias vai intimar novamente o suspeito a fim de realizar uma reprodução simulada do crime.

Segundo o delegado, Rodolpho dirigia o veículo porque isso foi confirmado tanto por outros agentes de trânsito que participaram da Operação Lei Seca, quanto por testemunhas que também aguardavam abordagem naquela madrugada. Após o atropelamento, Diogo do Nascimento foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma, mas teve morte decretada na noite do domingo (22).

Reinaldo Nóbrega, da Delegacia de Homicídios, e que assume a titularidade das investigações, ratificou o entendimento de que para a Polícia Civil o crime se caracteriza como homicídio doloso. “A realização da reprodução simulada pode justamente corroborar com os depoimentos já colhidos, sendo difícil então que outra versão para os fatos seja apresentada”, explicou a autoridade policial.


Portal Correio
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