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Pelo menos três pessoas morreram e várias ficaram feridas na manhã desta terça-feira (13) em dois ataques em Jerusalém, um deles com arma de fogo em um ônibus e outro com arma branca em um bairro judeu ultraortodoxo.

Este é o dia mais violento em Jerusalém desde o início da escalada de confrontos em 1º de outubro.

Dois indivíduos abriram fogo em um ônibus em Jerusalém Oriental – parte palestina da cidade, ocupada e anexada por Israel – e mataram um homem de 60 anos. Um dos atiradores foi morto, informaram as equipes de resgate e a polícia. Outras quatro pessoas ficaram feridas.

De acordo com testemunhas, um dos criminosos utilizou uma arma de fogo e o outro uma faca. Os dois foram mortos, confirmou a polícia israelense.

Esta foi a primeira vez que os criminosos abriram fogo em um ônibus.

Um fotógrafo da AFP observou três corpos no local do ataque.

Poucos minutos depois, um homem avançou com um veículo contra um ponto de ônibus emJerusalém Ocidental. Uma pessoa morreu e outra ficou ferida.

O motorista tentou esfaquear os pedestres depois do atropelamento, mas foi ferido a tiros e detido, segundo a polícia.

Antes dos ataques, em Raanana, ao norte de Tel Aviv, um palestino agrediu com arma branca uma pessoa, mas foi controlado por outras, segundo a polícia israelense.

Governo
 
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, convocou uma reunião em caráter de urgência com seu gabinete de ministros para analisar a atual onda de violência, informou seu escritório.

Netanyahu cancelou sua participação em cerimônia oficial de Estado em lembrança ao assassinato do ex-ministro de Turismo israelense, Rehavam Zeevi, em outubro de 2001.

O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, recomendou ao governo que declare o toque de recolher nas povoações palestinas como medida destinada a impedir novas agressões como as registradas nos últimos dias na cidade, que viveu ontem quatro ataques e hoje dois.

“As vidas dos cidadãos de Jerusalém estão em perigo. Minha recomendação é declarar o estado de sítio porque não podemos seguir com esta situação. Agradeço o trabalho das forças de segurança, mas estamos falando de uma guerra contra comandos organizados de terroristas”, comentou o prefeito.
G1
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