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O ex-governador Roberto Paulino, principal liderança do PMDB de Guarabira, declarou nesta terça-feira (29), em entrevista à TV Nordeste1 , que busca o entendimento com outros partidos de oposição para compor em 2016, contudo disse que o partido não abre mão de ser cabeça de chapa por gozar de um direito histórico e ainda reforçou o convite de filiação do líder empresarial João Rafael.
Paulino disse que o PMDB tem nomes para disputar as próximas eleições municipais, contudo busca o entendimento com o PSB e outros partidos que deseje se agregar ao seu projeto político.
“Nosso trabalho é fortalecer a nossa sigla, tenho bons quadros tanto para uma eleição majoritária quanto para eleições proporcionais, então cabe a nós sempre manter acesa essa chama e buscando diálogo outras siglas, que estiveram juntas em outras campanhas. Eu acho natural que isso aconteça e o que estiver de meu alcance, nós vamos buscar sempre o entendimento”, declarou o ex-governador.
Ele aproveitou para reforçar o convite ao líder empresarial João Rafael, que recentemente obteve, do PSB de Guarabira, carta branca para buscar composições com o PMDB e demais partidos. Roberto reconheceu que João é o nome que pode unir as oposições.
“Já reafirmamos isso, ele tem todas as chances tem o serviço prestado em Guarabira e com certeza é um grande nome que pode unir as oposições de Guarabira. Tem um diálogo conosco e com outras siglas e esse somatório é muito importante por isso nós fizemos o convite”, apontou.
Roberto deixou claro que o PMDB vem para ser cabeça de chapa e justificou que este é um direito adquirido pelo histórico político na cidade.
“Qualquer cargo é importante, quer de vereador, de vice ou de prefeito, como o PMDB ao longo do tempo sempre participou com a cabeça de chapa, nós temos bom quadros para isso, nós e a nossa militância, a nossa executiva, o nosso partido, a nossa bancada, quer que a nossa legenda, seja cabeça de chapa, por que renunciar um direito que é nosso, um direito que o PMDB tem historicamente?”.
E complementou afirmando que acata qualquer decisão da militância, inclusive de disputar as eleições sem ser cabeça de chapa.
“Eu posso até aceitar isso, desde que o nosso partido, a militância, o vermelhão – ai tem que fazer uma plenária de 5 mil pessoas aqui na praça – eu chamo o vermelhão, e se o vermelhão disser: Roberto, saia disso, não seja candidato, você nem ninguém; aí nós podemos até pensar”, declarou.

Jean Ganso/Nordeste1
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