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A Secretaria de Saúde de Campina Grande está disponibilizando tampas de caixas d’água para os moradores da cidade com o objetivo de fechar recipientes abertos e evitar que o mosquito Aedes aegypti se prolifere. O mosquito é o principal transmissor da Dengue, do Zykavírus e da Chikungunya. A cidade não tem registro de Chikungunya e tem 406 casos notificados da Dengue, o que representa 0,1% da população campinense, mas o risco de transmissão da doença é alto.

Os Agentes de Combate às Endemias fazem visitas às residências para saber quais necessitam de tampas, mas os moradores da cidade também podem receber a tampa para os reservatórios diretamente no Centro de Zoonoses, que fica na rua Isolda Barros Torquato, em Bodocongó. “Com a possibilidade de ampliação do racionamento, mais pessoas devem acumular água em caixas, baldes, tonéis, e é nestes locais que encontramos muitos focos do mosquito. É esta a razão desta ação”, explicou a Coordenadora de Vigilância Ambiental e Zoonoses, Rossandra Oliveira.

A ação visa diminuir o índice de infestação do mosquito na cidade que, conforme o último Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti – Liraa, é de 7,6%. Em função disso, uma série de mutirões de conscientização para a prevenção será realizada nos bairros com os maiores índices, iniciando pelo Presidente Médici nesta terça-feira, 14, no contorno do Raul Córdola.

Rossandra informou que outras ações estão sendo tomadas. No primeiro semestre de 2015 foram recolhidos 1050 pneus e 642 peixes foram colocados  em cisternas, além da borrifação e das 45 palestras feitas em escolas, empresas, feiras livres. “Aplicamos larvicida mais de 11 mil vezes em fevereiro, mas o material deixou de ser enviado nos últimos meses e isto comprometeu o trabalho”, explicou.

A Secretaria de Saúde criou este ano o “Denguezapp”, projeto que utiliza o aplicativo whatsapp para receber vídeos e fotos dos locais com focos do mosquito. “A partir destas fotos e vídeos elaboramos a estratégia de trabalho, relacionando que material será necessário para o combate ao mosquito nos locais e quantos profissionais farão o trabalho, otimizando nosso serviço”, destacou Rossandra. Em pouco mais de três meses, mais de 150 denúncias foram feitas e todas as solicitações foram solucionadas. A população também pode prestar informações sobre o Aedes pelo Disque-Dengue, no número 3322-5076.

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