Família recebe pertences do alpinista de Guarabira que morreu ao escalar o monte Aconcágua

Equipamentos do alpinista paraibano (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Equipamentos do alpinista paraibano (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Nildo exibindo a bandeira de Guarabira
Nildo exibindo a bandeira de Guarabira
Após dois anos, a família do alpinista Josenildo Correia da Silva, de Guarabira, recebeu os equipamentos usados pelo guarabirense, que morreu após chegar ao cume do Aconcágua, na Argentina. Ele é o primeiro paraibano a conquistar o monte, que é considerado o topo das Américas.
A mochila e o material que auxiliou Josenildo na sua última aventura foi entregue recentemente pelo Consulado Brasileiro a Alessandra Pereira da Silva, viúva do alpinista. De acordo com familiares, aquela teria sido a quarta subida ao Aconcágua e a primeira até o cume.
Na caixa recebida por Alessandra, havia uma bota, uma lanterna, suplementos alimentares, bastões de trekking e as bandeiras de Guarabira e da Paraíba. “Ter esses pertences comigo é muito importante, é pra o resto da vida”, disse a mulher em entrevista. Assista a reportagem exibida pela TV Cabo Branco.
Esposa de Nildo junto aos equipamentos recebidos (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Esposa de Nildo junto aos equipamentos recebidos (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Filha do alpinista (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Filha do alpinista (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
A chegada dos objetos do alpinista provocou emoções diferentes para a viúva e para a filha de Nildo. Apesar de acentuar a saudade, a alegria prevaleceu. “É como se nada tivesse acontecido. Você ver aquilo lá [os pertences], é como se ele tivesse lá e daqui a pouco chegasse, mas o problema é que ele não vai chegar”, relatou Bruna Sthefanny, filha do alpinista.
Segundo Alessandra, onde foram encontrados os equipamentos só comprova que o alpinista conseguiu chegar ao topo do Aconcágua. “Nunca tive dúvida que ele realmente chegou ao cume”, frisou.
Josenildo Correia da Silva, de 48 anos, saiu de Guarabira no dia 18 de fevereiro e desapareceu no dia 6 de março de 2013, no monte Aconcágua, o ponto mais alto das Américas e de todo o Hemisfério Sul.
A garra de Nildo, que treinava subindo ladeiras de Guarabira com pneus amarrados ao corpo, chamou a atenção de uma cineasta que agora quer contar a história do alpinista no documentário “Encontrando o Eterno”. O trabalho é um longa-metragem que está em pré-produção e tem direção da carioca Rosane Santiago. “Eu não poderia narrar a história do Josenildo, se não fosse pelo cordel. A história é uma poesia. É o sonho de uma pessoa realizada”, relatou a profissional.
O documentário ainda falta imagens que serão registradas em agosto e ainda não tem data de lançamento.
Assista ao projeto piloto do documentário:
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